Green biotech Brasil

PROTEJA SUA CASA

EMPRESAS QUE TIVERAM CORAGEM DE INOVAR QUANDO TODOS PENSAVAM NÃO HAVER MAIS SOLUÇÃO!
Biolubrificante Green Biotech

Onde encontrar ? Estamos em todos os MARKETPLACES do Brasil.

INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NO SETOR INDUSTRIAL, RESIDENCIAL, E DA AGRICULTURA !

Os Biolubrificantes Green Biotech Podem ser produzido em qualquer viscosidade.

Em linha com suas preocupações e ações efetivas em prol preservação saúde e segurança dos trabalhadores, juntamente com a proteção do meio ambiente e do planeta em geral, quero lhe apresentar nossa empresa totalmente verde. 

APRESENTAÇÃO “Somos uma empresa especializada em biolubrificantes 100% vegetais, um empreendimento inédito e de grande relevância para o mercado industrial no que tange a sustentabilidade, preservação do meio ambiente e da saúde dos trabalhadores, além obvio da economia, qualidade e desempenho dos produtos.

É uma empresa de biotecnologia genuinamente brasileira e tem como premissa desenvolver, produzir e comercializar lubrificantes, óleos de base vegetal, atóxica, 100% biodegradável,  grau alimentício, totalmente inofensivo a saúde dos trabalhadores e ao meio ambiente e certificada com o selo verde.

A tecnologia tem como base óleos, ésteres e aditivos totalmente vegetais, que constituem na composição de produtos, óleos e graxas, direcionados para a lubrificação industrial visando a substituição dos produtos minerais e sintéticos, que atualmente são responsáveis por efeitos maléficos às pessoas e ao meio ambiente, além de resultados similares e superiores quanto ao desempenho, produtividade, redução de consumo e proteção dos equipamentos. 

Por ser um assunto de grande relevância e com impactos diretos nas políticas e diretrizes de sustentabilidade, nos colocamos a disposição para realizar apresentações presenciais por nossos engenheiros.

O desenvolvimento sustentável de uma sociedade só é atingido quando este não transfere custos a futuras gerações, ou ao menos são tomadas medidas para atenuar tais custos.

Ainda, segundo a ótica sustentável, avalia-se: se a relação custo/benefício oferecida pela empresa através de seus produtos e serviços é justa; se a empresa preocupa-se em impactar positivamente a economia local da qual faz parte; sob qual grau de eficiência os fatores de produção utilizados, como o capital, recursos naturais e humanos, conhecimento, etc. O retorno financeiro, o lucro e a agregação de valor aos produtos também são índices reconhecidos, além de mecanismos de orientação de investidores (SILVA, 1995; SPANGENBERG et al, 1998 e GROOT, 2002).

A dimensão ambiental, ou ecológica, estimula empresas a considerarem o impacto que suas atividades exercem sobre o meio ambiente do qual elas, e todos nós, fazemos parte. Seja através da utilização de recursos naturais, seja através da dos poluentes emitidos, resíduos gerados ou da energia utilizada na cadeia de produção, diversos serão os ecossistemas e ambientes impactados por uma empresa (ALMEIDA, 2002).

A redução de resíduos gerados, além de diminuir os passivos ambientais, pode reduzir os custos, em recursos financeiros e humanos, que seriam necessários para geri- los. Do mesmo modo, monitorar e reduzir o consumo de matérias-primas e energia pode tanto reduzir os custos de produção, como se revelarem como práticas sustentáveis (Frondel et al, 2004).

Empresas que pensam de maneira proativa sobre essas questões e projetam produtos e serviços considerando o ciclo de vida total destes, têm maior probabilidade de evitar impactos negativos, custos oriundos de reparos ou compensações, assim como prejuízos em termos de reputação.

Utilizando-se destes conceitos, surge o Ecodesign, o qual se relaciona diretamente a inovações empresarias, tendo foco no estágio de desenvolvimento de produtos, visando projetá-lo de maneira a gerar os menores impactos ambientais possíveis em todas as etapas de ciclo-de-vida do produto. Os produtos oriundos dessa técnica passaram a se chamar ― produtos verdes ou ainda ambientalmente corretos. Esta ferramenta reduz a utilização de matérias-primas, a geração de resíduos e os custos de disposição final (J. Jeswiet, M. Hauschild, 2004)

Contudo, esse pensamento já está sendo ultrapassado, e empresas de diferentes setores, como nos casos das gigantes do setor de refrigerantes Coca- Cola e AMBEV, ou ainda a de cosméticos, Natura, revelam que este pode ser uma oportunidade de geração de custos em montantes consideráveis, através do emprego de embalagens recicláveis e/ou reutilizáveis e agora também com biolubrificantes  (DAHER et al, 2006)

Seja devido a legislações ambientais mais severas, seja devido a maior consciência por parte dos consumidores, grandes cases de empresas têm ganhado destaque ao tratar a logística reversa não só como uma exigência legal, mas como uma arma estratégia em seu planejamento de negócios, reduzindo custos e alinhando seus processos aos da sustentabilidade.

Produção Mais Limpa é uma ação preventiva que busca diminuir ao máximo os impactos ambientais gerados por uma linha de produção, como por exemplo, através do aproveitamento máximo das matérias-primas ” biolubrificante ” e energia utilizadas durante o processo de produção. Segundo a Organização de Desenvolvimento Industrial das Nações Unidas, ela é a aplicação contínua e integrada de uma estratégia econômica, ambiental e tecnológica que visa aumentar a eficiência no uso de matérias-primastrazendo benefícios ambientais e econômicos para os processos de produção (UNIDO, 2011).

Seja devido a legislações ambientais mais severas, seja devido a maior consciência por parte dos consumidores, grandes cases de empresas têm ganhado destaque ao tratar a logística reversa não só como uma exigência legal, mas como uma arma estratégia em seu planejamento de negócios, reduzindo custos e alinhando seus processos aos da sustentabilidade.

As empresas não estão só utilizando uma maior quantidade de materiais reciclados, como também tendo que se preocupar com o descarte correto de seus produtos ao fim de seu ciclo de vida, ou ainda em fomentar a reutilização de embalagens primárias. (DAHER et al, 2006 e NATURA, 2010)

Através do desenvolvimento de tais relatórios e segundo o modelo (framework) do relatório da GRI, as organizações relatoras encontram ferramentas e indicadores (ou índices) que analisam ou visam desenvolver suas habilidades, capacidades e competências de: gestão, mensurabilidade e redução de custos referentes a sustentabilidade, fortalecimento da marca e reputação, diferenciação no mercado e proteção contra enfraquecimento da marca resultante das ações de seus stakeholders (GRI, 2010a).

O gerenciamento do produto e a inclusão de princípios ambientais neste pode auxiliar na redução do seu impacto ambiental total. A ACV revela-se como ferramenta de avaliação dos impactos ambientais associados a um produto, desde sua pré-criação (retirada de matérias-primas elementares) até a sua disposição final, sendo consideradas todas as etapas que fazem parte de seu ciclo de vida. Empresas que pensam de maneira proativa sobre essas questões e projetam

produtos e serviços considerando o ciclo de vida total destes, têm maior probabilidade de evitar impactos negativos, custos oriundos de reparos ou compensações, assim como prejuízos em termos de reputação.

As principais questões relativas à sustentabilidade no setor sucroalcooleiro, assim como as ações mais significativas para o setor: em função da natureza operacional das atividades, os itens foram organizados em três grandes grupos, associados às etapas da cadeia de valor típica da indústria, como apresentado a seguir:

  

CULTIVO E                                                           USINA E                                                           GESTÃO E
 
PLANTAÇÃO                                                       PROCESSO                                                          IMAGEM 

 

Para efeitos de conceituação, consideraremos atividades de Cultivo e Plantação aquelas ocorridas antes da chegada da cana-de-açúcar na unidade industrial, responsável pelo seu processamento. Assim, as etapas associadas à Cultivo e Plantação são basicamente: a preparação da terra, plantio, cultivo, colheita, corte e transporte da cana-de-açúcar.

 

As atividades da Usina e Processo serão iniciadas com o recebimento da cana-de-açúcar na uni* dade de processamento e a etapa de moagem. A partir daí, todas as atividades envolvidas na produção do açúcar e do álcool serão consideradas como pertencentes à Usina e Processo.

 

De forma complementar, a área denominada Gestão e Imagem, envolve questões de geren-ciamento e estratégia das organizações, principalmente relacionadas à eficiência, à competitividade da empresa no setor e, cada vez mais, à busca sustentável, e qual é o conceito e que a companhia transmite para a sociedade mundial.

Na relação estabelecida entre o produtor rural e o local de cultivo, tornam-se críticos os aspectos de preservação ambiental e uso racional do solo. A não atenção a esses pontos pode levar à deterioração de importantes ativos naturais, como florestas nativas e ecossistemas característicos, o que é agora motivo de intensa pressão por parte de diversas ongs, acionistas e governos. Em função da rápida deterioração do açúcar contido na cana após o seu corte, considera-se um limite máximo de 30 km de distância entre o ponto de colheita e o local de pro-cessamento, o que estimula a concentração de extensas plantações ao redor da usina. A mono-cultura da cana-de-açúcar pode aumentar a degradação do solo, devido a exposição, a erosão (eólica e pluvial), o derramamento de óleos e graxas minerais no solo, que com a chuva conta-minam os rios e os lençóis freáticos. Consequências diretas e indiretas da degradação ambiental Vemos o esgotamento das propriedades do solo, redução da disponibilidade de recursos hídricos e   redução da biodiversidade. As principais medidas com relação a esses aspectos seriam a manutenção de reservas naturais, a utilização de biolubrificantes, como por exemplo óleo hidráulico de base vegetal e graxa de base vegetal, ambos biodegradáveis, e aplicação de algumas práticas específicas de plantio a fim de reduzir o efeito da erosão. A legislação brasileira exige a manutenção de reservas naturais em 20% da área de qualquer propriedade privada (Leis 4.771/65  e 7.803/89). Com essas simples mudanças protegeremos a biodiversidade, o ar, o solo e os mananciais.

 

PROTEJA NOSSA MAIOR RIQUEZA, O PLANETA TERRA!

USINA / PROCESSO – Processo simplificado de produção com a utilização de biolubrificantes. O processo de transformação da cana-de-açúcar começa com a etapa de moagem, em que o caldo extraído do bagaço. Esse caldo passará por várias etapas de processamento físico-químico até que se obtenha um dos dois produtos finais: o açúcar ou o álcool. A figura abaixo mostra onde os biolubrificantes entram na cadeia de produção. Os biolubrificantes tem fundamental importância na promoção da sustentabilidade empresarial: Com essa inovação, apoiada em boas práticas de governança corporativa, as companhias podem se tornar mais sustentáveis, tendo maior qualidade no produto final, diminuindo os problemas na lubrificação, menores quebras dos equipamentos, e diminuição do impacto ambiental no negócio, apresentando para a sociedade uma imagem positiva, ecológica, e se tornando admirada no mundo. Essa imagem ou bandeira ecológica, é justamente aquela que reconhece e valoriza nossa procura por uma independência de produtos fósseis, e reconhece o Brasil como um país que valoriza pro-dutos 100% nacionais e de fontes renováveis.

ESSA INOVAÇÃO DA GREEN BIOTECH É UM ELEMENTO CATALISADOR DA MUDANÇA DE PARADIGMA QUE O MERCADO MUNDIAL VEM SOFRENDO NESTE SÉCULO 21.

O desengripante e biolubrificante Green Biotech são atóxicos, inodora” insípidas e de grau alimentício. São formuladas com componentes vegetais de alto qualidade- Possuem resistência excepcional à presença de água, são biodegradáveis e podem trabalhar em altos temperaturas e tem estabilidade físico-químico e suas moléculas conferem alto poder lubrificante, possuem uma adesividade natural devido a sua polaridade. Utiliza-se como desengripante sendo totalmente biodegradável com base produtos vegetais,

A GREEN, em parceria com uma auditoria independente, criaram a metodologia para calcular a redução de emissão de carbono na sua produção de biolubrificantes, e nas mudanças que os clientes estão fazendo quando substituem no processo de fabricação, o uso de produtos minerais e sintéticos por biolubrificantes de base vegetal. ecologicamente corretos. Essa metodologia, o MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) emitirá os créditos de carbono para todas as empresas que estão fazendo essa mudança.

Nós sabemos que nossa biotecnologia 100% brasileira de bioubri-ficantes de base vegetal, é um compromisso com o desenvolvimento sustentável, e vai trazer um grande crescimento para todos os nossos clientes. preservando nossa maior riqueza, o planeta Terra.

Biolubrificante Green Biotech
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